De origem controversa, a palavra droga pode ter origem do persa droa (odor aromático), do hebraico rakab (perfume) ou do holandês antigo droog (folha seca), porque antigamente quase todos os medicamentos eram feitos à base de vegetais).
O QUE SÃO DROGAS ?
Drogas são substâncias utilizadas para produzir alterações, mudanças, nas sensações, no grau de consciência e no estado emocional.
Geralmente achamos que existem apenas algumas poucas substâncias extremamente perigosas: são essas que chamamos de drogas. Achamos também que drogas são apenas os produtos ilegais como a maconha, a cocaína e o crack. Porém, do ponto de vista de saúde, muitas substâncias legalizadas podem ser igualmente perigosas, como por exemplo o álcool, cigarro que também é considerado uma droga como as demais.
Drogas lícitas
São aquelas que tem a sua produção e seus usos permitidos por lei, sendo liberadas para comercialização.
Drogas ilícitas
São aquelas que tem a sua produção, comercialização e uso proibidos por lei.
Dividindo as drogas
· drogas que diminuem a atividade mental (Depressoras) – também chamadas de depressoras. Afetam o cérebro, fazendo com que funcione de forma mais lenta. Essas drogas diminuem a atenção, a concentração, a tensão emocional e a capacidade intelectual. Exemplos: ansiolíticos (tranqüilizantes), álcool, inalantes (cola) , narcóticos (morfina, heroína);
· drogas que aumentam a atividade mental (Estimulantes) – são chamadas de estimulantes. Afetam o cérebro, fazendo com que funcione de forma mais acelerada. Exemplos: cafeína, tabaco, anfetamina, cocaína, crack; e
· drogas que alteram a percepção (perturbadoras)– são chamadas de substâncias alucinógenas e provocam distúrbios no funcionamento do cérebro, fazendo com que ele passe a trabalhar de forma desordenada, numa espécie de delírio. Exemplos: LSD, ecstasy, maconha e outras substâncias
Inicio do uso
A primeira transição para as crianças é quando elas deixam a segurança da família e entram na escola. Quando elas avançam do ensino fundamental para o ensino médio ou superior, freqüentemente enfrentam desafios sociais, como aprender a lidar com um grupo maior de colegas. É nesta fase, início da adolescência, que as crianças podem encontrar o uso da droga pela primeira vez. Mais tarde, quando entram no colegial, os jovens enfrentam desafios psicológicos, sociais e educacionais na medida que se preparam para o futuro, e estes desafios podem levar ao uso ou abuso de álcool, tabaco ou outras drogas. Quando os adultos jovens entram na faculdade, casam-se ou começam a trabalhar, enfrentam novamente novos riscos em relação ao uso de álcool e outras drogas no seu novo ambiente adulto. Como os riscos aparecem em cada fase de transição, desde a infância até se tornarem jovens adultos, os programas de prevenção devem ser dirigidos a cada fase.
Quando começa e como prossegue o uso de drogas? Os estudos indicam que as crianças começam normalmente a usar drogas por volta dos 12/13 anos e muitas pesquisas observaram jovens adolescentes mudar do uso de substâncias legais (como tabaco, álcool e solventes) ao uso de drogas ilícitas (normalmente começando pela maconha).
A maior parte dos estudos do uso de drogas de longa duração verificou uma seqüência do uso de tabaco e álcool seguindo o uso de maconha, e depois, à medida que as crianças se tornam mais velhas, para outras drogas. Esta seqüência também não implica que a progressão seja inevitável.
Ela quer dizer que, para alguém que já tenha bebido ou fumado, o risco de começar a usar maconha é 65 vezes maior do que para uma pessoa que nunca bebeu ou fumou.
O risco de começar a usar cocaína é 104 vezes maior para alguém que tenha fumado maconha ao menos uma vez em toda a sua vida do que para uma pessoa que nunca tenha fumado.
MÚLTIPLOS FATORES: são os que incentivam o uso de droga.
Forma de expressão - Construção da identidade - Ausência de modelos
- Novas formas de prazer - Não saber lidar com dificuldades - Baixa-auto-estima
Prevenção
· Se o uso de drogas puder ser discutido de forma adequada à idade da criança ou do adolescente, vai deixar de ser algo secreto e mentiroso, perdendo muito de seus atrativos.
· Qualquer atividade vista como oculta do mundo dos pais e dos professores tende a ser vista pelos jovens como instigante e excitante. A maioria dos pais tende a conversar com os filhos sobre drogas somente quando surgem problemas e conflitos.
· Entretanto, torna-se muito mais fácil conversar com os filhos sobre esses problemas e conflitos quando os pais já puderam superar no passado a barreira de falar sobre drogas.
A Dependência é uma Doença ou uma Opção?
O desejo de largar as drogas:
No inicio cada droga tem um tipo de efeito e um tempo de duração. Com o passar do tempo à duração do efeito vai diminuindo e as doses têm que ser aumentadas.
Todos os viciados que largaram as drogas, afirmam que nenhuma sensação que a droga lhes proporcionou, foi melhor que a que sentiram por se verem livres do vicio.
Aos poucos a sensação que era de prazer passa a ser cada vez mais desagradável, todo viciado tem vontade de deixar o vicio, mas é um fraco, sua vida é um verdadeiro inferno.
Continuar usando drogas também é uma opção, mas cada vez menos... Isso porque o organismo vai se adaptando à presença da droga.
Vai havendo modificações no cérebro. Quando o indivíduo fica sem a droga, passa a se sentir muito mal, desconfortável, irritado, deprimido, ansioso.
O dependente acha que o único alívio possível é a continuidade do consumo. Conforme a dependência vai se instalando, a pessoa passa a abrir mão de coisas que antes eram muito importantes para ela.
É o momento em que aparecem as brigas e discussões com a família, a piora no desempenho escolar, a venda de objetos para comprar drogas. Tudo passa a girar em torno do consumo de drogas
A partir desse ponto, o indivíduo não consegue mais ficar sem usar drogas. Não há mais OPÇÃO: o indivíduo não escolhe se vai usar drogas ou não. A doença lhe tirou essa liberdade.
Qualquer doença psíquica consiste acima de tudo na perda da liberdade de escolha. Portanto, a dependência não é uma opção. É uma condição patológica (uma doença) que tira a liberdade do indivíduo de optar! Não resolve olhar o passado para achar um culpado. Deve-se pensar no futuro! Não existem culpados pela situação. Mas pode haver pessoas comprometidas com o processo de cura (o próprio dependente, sua família, os amigos, os profissionais da saúde).
A Família
· O pior posicionamento a ser adotado pela família consiste em fugir ou negar o problema.
· É errado, também, querer negociar a abstinência do adolescente, oferecendo-lhe mordomias e bens materiais em troca do seu afastamento das drogas.
· É preciso, sim, fazer-lhe entender que ele, somente ele, é o responsável pela sua vida e pelo seu bem-estar.
· Para valorizar a sua vida, uma das coisas que precisa fazer é afastar-se do uso de drogas.
· Não permita que se fume maconha dentro de casa, a fim de manter o controle. Essa atitude, além de proibida por lei, não diminui os riscos, permitir o uso em casa o usuário se sente protegido e apoiado.
· Se o usuário está arredio e não quer te escutar, procure alguém que ele respeite, como um parente, amigo da família ou um profissional da área.
O tratamento da dependência química é acima de tudo a busca de um novo estilo de vida. É uma mudança árdua, complexa, marcada por erros e escorregões. Qualquer processo de modificação comportamentos, em maior ou menor grau, é assim. Cabe à família, ao meio social e a equipe de profissionais do indivíduo motiva-lo para tal.
· Leve-o a igreja, pois através da palavra, louvores e o testemunho de alguém que já foi usuário despertará nele uma enorme vontade de mudar seus hábitos atitude.
· Não se desespere, ore sem cessar nunca diga este não tem mais jeito porque falando isto você fecha a porta do milagre que pode acontecer a qualquer momento.
· Coloque limites em casa, como delegar tarefas, controlar o dinheiro e impor horários. Enquanto o jovem tem tudo o que precisa, dificilmente sente - se estimulado a largar as drogas.
· Lembre - se que, pagando dívidas que seu filho fez com traficantes, você pode estar dando início a um ciclo vicioso. Não deixe de procurar ajuda quando a situação envolver traficantes.
O Exemplo em casa
Um olho na rua e outro em casa, perfil do dependente químico indica envolvimento da família no consumo de drogas O estudo revelou um fato surpreendente: 83% das mulheres e 73% dos homens disseram já existir em sua família pelo menos um consumidor de algum tipo de droga. O pai é citado em 47% das entrevistas, seguido por irmãos (38%), tios (18%) e mãe (15%), diz o presidente do Cead, Murilo Asfora.
Cuidados a tomar na evangelização do dependente químico.
· Por mais triste que seja a história tais como: um parente internado, precisa comprar passagem porque mora em outra cidade, leite ou remédio para o filho compra de um botijão de gás, dinheiro para condução e etc, jamais de dinheiro pois quando estão na “fissura” Tornam-se verdadeiros atores e atriz para conseguirem o que querem.
· Se disserem que não tem como se recuperarem, pois moram na rua como é comum alguns falarem, acione o FAS (órgão da prefeitura de Curitiba) ou uma casa de recuperação, pois levando para sua casa você e sua família corre o risco de ser surpreendido por atitudes desagradáveis.
· Se por ventura vier receber Jesus como Senhor de sua vida torna-se obrigatório envolvê-lo nas atividades da igreja, não somente indo aos cultos, mas principalmente no discipulado e na evangelização para que ele mesmo possa ver de onde Deus o tirou, e que agora passa a ser útil para resgatar aqueles que ainda estão na mesma situação que outrora ele estava.
· Jamais apresente uma lista enorme de coisas que ele deve fazer antes ou depois de ir a igreja, antes ganhe a sua confiança fazendo assim ele mesmo reconhecerá que precisa de uma mudança radical em sua vida e o Espírito Santo sabe como o levar ao arrependimento.
· Se for entregar folhetos em um lugar onde estão reunidos e usando droga ou apenas conversando anuncie do que se trata no mínimo de oito a dez metros para que você não venha ser surpreendido.
Estágio motivacional
Apresentação do paciente
Pré-contemplação
Sem idéia sobre o problema e sem planos de mudar. Acha que seu consumo de drogas não lhe faz mal e está sob controle.
Contemplação
Percebe um problema, mas está ambivalente para promover mudança.
Determinação
Percebe que tem um problema e que precisa promover mudanças. O indivíduo pede ajuda.
Ação
Pronto para começar a mudança.
Manutenção
Incorporação da mudança ao estilo de vida.
Recaída
Volta para a contemplação ou pré-contemplação
Critérios que se usa para escolher o tratamento?
Fechado:
Indicado para pessoas pouco motivados e muito dependentes;
Pouco Motivados: (sem apoio familiar; não reconhecem a relação de problemas com o uso de drogas; são encaminhados para tratamento por terceiros).
Muito dependentes: (prejuízo psíquico com outras doenças mentais associadas; prejuízo físico com comprometimento orgânico, perdas sociais, de trabalho e laços familiares; uso freqüente e abusivo com síndrome de abstinência e aumento de tolerância.
Semi-aberto:
Indicado para pessoas motivadas e muito dependentes;
Motivados: (reconhece a necessidade de ajuda; fez várias tentativas de abstinência; tem apoio familiar e social; tem preservadas as condições sociais, de trabalho e de família; busca por um fato iminente).
Muito dependentes:(prejuízo psíquico com outras doenças mentais associadas; prejuízo físico com comprometimento orgânico; perdas sociais, de trabalho e laços familiares; uso freqüente e abusivo com síndrome de abstinência e aumento de tolerância).
Aberto:
Indicado para pessoas muito motivadas e pouco dependentes;
Muito motivados: (tem apoio familiar e social; tem preservadas as condições mentais e físicas;encontra-se trabalhando ou estudando; reconhece os prejuízos com relação ao consumo de drogas).
Pouco dependentes:(uso habitual com prejuízos na área afetiva social e profissional; sintomas leves de abstinência e aumento de tolerância).
Não existe uma forma de tratamento adequada para toda e qualquer pessoa. Desse modo, a abordagem proposta deve contemplar ao máximo as necessidades de cada indivíduo, para que volte a funcionar produtivamente na família, no trabalho e na sociedade.Ela deve ser adequada para a idade, sexo, etnia e cultura.
Porque: Todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo.
Como, porém invocarão aquele em quem não creram?
E como ouvirão se não há quem pregue?
E como pregarão, se não forem enviados?
Como está escrito: quão formosos são os pés dos que anunciam as boas novas.
O Senhor dos Exércitos lhe convida a ser uma dinamite e exercitar o poder que há em atos 1-8 para ser TESTEMUNHA e satanás reconhecerá que você é uma ameaça ao seu reino.
“No mundo inteiro muitos são os crentes normais, porém os normais, Deus não pode usar porque são normais Deus só usa os ousados e os que são ameaças ao reino de satanás”
sexta-feira, 26 de setembro de 2008
Evangelismo: A missão nobre da Igreja
EVANGELISMO
UMA MISSÃO NOBRE DA IGREJA
A Obra de Deus é a Nossa!
“Porque de Deus somos cooperadores”.I Co. 3.9.
Introdução
Quando falamos em evangelismo, imediatamente nos vem à mente alguém como um maço de folhetos a distribuir, ou outro pregando em praça pública. Embora estes sejam aspectos característicos de evangelização, isto não é tudo. É muito mais abrangente.
Deve caracterizar-se pela conscientização da urgência de suprir uma necessidade que envolve as almas imortais de pessoas que ainda não conhecem a Deus.
Em primeiro lugar, mostrar-lhes que estão afastados de Deus.
Em segundo lugar, não estão impossibilitados para resolver estes problemas.
Em terceiro lugar, Deus está interessado neles, e tem a solução.
Definições
· A igreja – o que é? - EkKlesia, do grego, “chamados para fora”.
É a agência do Reino de Deus na Terra. (Ef.3.9-11).
O termo ekklesia é usado 115 vezes no Novo Testamento. Podemos fazer as seguintes deduções sobre a palavra ekklesia:
1. - Referia-se a pessoas chamadas (do mundo) para o serviço do Senhor.
2. - Referia-se a um tipo de pessoas especiais.
3. - Pessoas eram convocadas e reunidas para um propósito.
4. - Pessoas que dirigiam seus negócios sob os princípios de igualdade e irmandade.
5. - Pessoas relacionadas unicamente com Deus.
A responsabilidade da Igreja
A missão da Igreja é tríplice, no que diz respeito ao relacionamento:
Primeiro, a Igreja é chamada para adorar e servir a Deus. Este é o testemunho da igreja em Antioquia: “ E servindo eles ao Senhor...” (At 13.2)
Segundo, o corpo de Cristo tem uma missão para com seus próprios membros. Quando um membro deste corpo exerce os dons para edificação e manifestação de amor uns para com os outros, grande prazer proporciona à cabeça do corpo, que é Cristo. (I Co 12.12-27; Ef 4.16).
Terceiro, a Igreja tem uma missão para com o mundo – para com os descrentes. ( At 1.8 – Mt 28.19 – Mc 16.15).
Conscientização da Responsabilidade da Igreja
Evangelizo, do grego, “anunciando boas novas”. Evangelização – a ação de anunciar boas novas. É a igreja em marcha vencendo o inimigo e conquistando almas para Cristo.
Evangelização segundo William Temple:
. Ação - Apresentar a Cristo
. Poder - O Espírito Santo
. Propósito - Que os homens possam confiar em Cristo como Salvador
. Finalidade - Servir a Cristo como Senhor na fraternidade de sua Igreja
“Evangelização é a apresentação de Cristo no poder do Espírito Santo, de tal maneira que os homens possam confiar nele como Salvador e servi-lo como Senhor na fraternidade da Igreja” (citado em Christian Life, novembro de 1968).
1 – Nossa Mensagem de Salvação
“Mas pregamos a Cristo...” (I Co 1.23).
1.1 – Cristo, nosso Substituto.
Ele recebeu o castigo por nossos pecados – a sentença de morte – para livra-nos da morte eterna (Jo 1.29; 3.16; Hb 9.28; 10.4,5, 9,10).
1.2 - Cristo, nosso Mediador.
A trágica separação existente entre o homem e seu Criador exige um mediador. Cristo é este Mediador (ITm 2.5; 2 Co 5.20; At 10.36).
1.3 - Cristo, nosso Libertador.
Jesus é o grande Libertador do poder do pecado e de Satanás. A Bíblia considera esse poder uma enfermidade e ao mesmo tempo uma escravidão (Jo 8.31-36; Rm 6.6; 8.21).
1.4 – Cristo, nosso Senhor.
Devemos aceitá-lo não só como Salvador, mas também como Senhor de nossa vida. Aceitando sua direção, sua Palavra converte-se em nosso mapa rodoviário para a vida (Col 1.24 – 2.7).
2- Ajudando as Pessoas a Aceitar a Cristo
“... persuadindo os homens...” 2 Co 5.11.
Lutar contra os obstáculos
2.1 – Fé mal dirigida
Muitas pessoas buscam segurança em coisas alheias a Cristo. Deus fala de si mesmo como refúgio (Dt 33.27), disse a Isaías (28.14-20) que o povo se havia refugiado na mentira, falso refúgio que não poderia salvá-lo. Em Mateus 7.24-29, Jesus fala da tragédia da fé mal dirigida.
2.2 – Pecados nos crentes
Às vezes é importante informar à pessoa que nem todos os que se dizem crentes são-no em verdade. Deus julgará e repudiará todos os falsos cristãos ( Mt 7.21), devemos deixar com Deus o julgamento ( Mt 7.1-3; Rm 2.1-3).
2.3 - Falsos valores
Alguns gostariam de Ter um lugar no céu; parece-lhes contudo, que seguir a Cristo lhes seria demasiado caro. Foram apanhadas pelo amor do mundo e, não obstante, não encontram o verdadeiro contentamento no mundo. Só Cristo pode dar-lhes gozo profundo e verdadeiro (Jo 10.10; 12.43; Lc 15.11-24; Mc 8.34-37; Rm 8.18; Hb 11.24-26).
2.4 – Adiamentos
Parte da estratégia militar de Satanás consiste em retardar a ação. Devemos combate-lo convencendo a pessoa a tomar a decisão. Quando uma pessoa deseja ser salva, Satanás procura fazer que espere até mais tarde, e mais tarde, até que seja demasiado tarde.
. Desejam “desfrutar a vida”
. “Estão demasiado ocupados”
. Desejam compreender melhor o evangelho antes de decidir-se.
(Leia Tg 4.13,14; 2Co 6.2; Is 55.6,7)
2.5 - Temores
Deus deseja usa-lo para libertar as pessoas influenciadas por temores que as impedem de aceitar a Cristo. Vejamos quais são:
Temor de mudar de religião
. Resposta I Jo 4.4; Jo 3.1-3.
Temor de perseguição
. Resposta Mc 8;34-38; Lc 6.22,23
Temor de fracasso
. Resposta II Co 12.9; Rm 8.1-9; II Co 5.17; Gl 6.1-2
Temor de ser rejeitado por Deus
. Resposta Jo 3.16; 6.37; 1Jo 1.7,9
3- A Extensão da Igreja
Evangelização e Crescimento da Igreja
Condições Para o Crescimento
A Bíblia compara a evangelização ao trabalho de um lavrador ao preparar o campo, plantar a semente, cultivar as plantas e colher o fruto. É necessário plantar a semente certa no lugar apropriado e utilizar métodos corretos no momento oportuno se s deseja uma boa colheita.
a) Semente certa
Em suas parábolas, Jesus menciona duas espécies de sementes que devem ser plantadas: a Palavra de Deus e nós (os crentes) que somos a semente de Deus ( Lc 8.11; Mt 13.37,38).
b) Campo certo
O lugar onde a semente cai proporciona maior grau de crescimento e de produtibilidade. As características de cada comunidade ou indivíduo afetam seu grau de receptividade com respeito ao evangelho e ao crescimento da Igreja (Lc 8.5-15).
c) Tempo certo
Nos diferentes lugares, o clima determina qual há de ser o momento da semeadura e qual a época da colheita. Deus tem, igualmente, seu tempo para a semeadura e para a ceifa em seus diversos campos. (Jo 4.35).
d) Métodos certos
Devemos levar em conta que um método de evangelização excelente para determinada comunidade não tem, necessariamente, de ser o melhor para outra. Devemos adaptar nossos métodos ao campo de trabalho, ver quais os métodos bons para a comunidade, e usá-los. (Jo 4.7), (Mt 5.1).
UMA MISSÃO NOBRE DA IGREJA
A Obra de Deus é a Nossa!
“Porque de Deus somos cooperadores”.I Co. 3.9.
Introdução
Quando falamos em evangelismo, imediatamente nos vem à mente alguém como um maço de folhetos a distribuir, ou outro pregando em praça pública. Embora estes sejam aspectos característicos de evangelização, isto não é tudo. É muito mais abrangente.
Deve caracterizar-se pela conscientização da urgência de suprir uma necessidade que envolve as almas imortais de pessoas que ainda não conhecem a Deus.
Em primeiro lugar, mostrar-lhes que estão afastados de Deus.
Em segundo lugar, não estão impossibilitados para resolver estes problemas.
Em terceiro lugar, Deus está interessado neles, e tem a solução.
Definições
· A igreja – o que é? - EkKlesia, do grego, “chamados para fora”.
É a agência do Reino de Deus na Terra. (Ef.3.9-11).
O termo ekklesia é usado 115 vezes no Novo Testamento. Podemos fazer as seguintes deduções sobre a palavra ekklesia:
1. - Referia-se a pessoas chamadas (do mundo) para o serviço do Senhor.
2. - Referia-se a um tipo de pessoas especiais.
3. - Pessoas eram convocadas e reunidas para um propósito.
4. - Pessoas que dirigiam seus negócios sob os princípios de igualdade e irmandade.
5. - Pessoas relacionadas unicamente com Deus.
A responsabilidade da Igreja
A missão da Igreja é tríplice, no que diz respeito ao relacionamento:
Primeiro, a Igreja é chamada para adorar e servir a Deus. Este é o testemunho da igreja em Antioquia: “ E servindo eles ao Senhor...” (At 13.2)
Segundo, o corpo de Cristo tem uma missão para com seus próprios membros. Quando um membro deste corpo exerce os dons para edificação e manifestação de amor uns para com os outros, grande prazer proporciona à cabeça do corpo, que é Cristo. (I Co 12.12-27; Ef 4.16).
Terceiro, a Igreja tem uma missão para com o mundo – para com os descrentes. ( At 1.8 – Mt 28.19 – Mc 16.15).
Conscientização da Responsabilidade da Igreja
Evangelizo, do grego, “anunciando boas novas”. Evangelização – a ação de anunciar boas novas. É a igreja em marcha vencendo o inimigo e conquistando almas para Cristo.
Evangelização segundo William Temple:
. Ação - Apresentar a Cristo
. Poder - O Espírito Santo
. Propósito - Que os homens possam confiar em Cristo como Salvador
. Finalidade - Servir a Cristo como Senhor na fraternidade de sua Igreja
“Evangelização é a apresentação de Cristo no poder do Espírito Santo, de tal maneira que os homens possam confiar nele como Salvador e servi-lo como Senhor na fraternidade da Igreja” (citado em Christian Life, novembro de 1968).
1 – Nossa Mensagem de Salvação
“Mas pregamos a Cristo...” (I Co 1.23).
1.1 – Cristo, nosso Substituto.
Ele recebeu o castigo por nossos pecados – a sentença de morte – para livra-nos da morte eterna (Jo 1.29; 3.16; Hb 9.28; 10.4,5, 9,10).
1.2 - Cristo, nosso Mediador.
A trágica separação existente entre o homem e seu Criador exige um mediador. Cristo é este Mediador (ITm 2.5; 2 Co 5.20; At 10.36).
1.3 - Cristo, nosso Libertador.
Jesus é o grande Libertador do poder do pecado e de Satanás. A Bíblia considera esse poder uma enfermidade e ao mesmo tempo uma escravidão (Jo 8.31-36; Rm 6.6; 8.21).
1.4 – Cristo, nosso Senhor.
Devemos aceitá-lo não só como Salvador, mas também como Senhor de nossa vida. Aceitando sua direção, sua Palavra converte-se em nosso mapa rodoviário para a vida (Col 1.24 – 2.7).
2- Ajudando as Pessoas a Aceitar a Cristo
“... persuadindo os homens...” 2 Co 5.11.
Lutar contra os obstáculos
2.1 – Fé mal dirigida
Muitas pessoas buscam segurança em coisas alheias a Cristo. Deus fala de si mesmo como refúgio (Dt 33.27), disse a Isaías (28.14-20) que o povo se havia refugiado na mentira, falso refúgio que não poderia salvá-lo. Em Mateus 7.24-29, Jesus fala da tragédia da fé mal dirigida.
2.2 – Pecados nos crentes
Às vezes é importante informar à pessoa que nem todos os que se dizem crentes são-no em verdade. Deus julgará e repudiará todos os falsos cristãos ( Mt 7.21), devemos deixar com Deus o julgamento ( Mt 7.1-3; Rm 2.1-3).
2.3 - Falsos valores
Alguns gostariam de Ter um lugar no céu; parece-lhes contudo, que seguir a Cristo lhes seria demasiado caro. Foram apanhadas pelo amor do mundo e, não obstante, não encontram o verdadeiro contentamento no mundo. Só Cristo pode dar-lhes gozo profundo e verdadeiro (Jo 10.10; 12.43; Lc 15.11-24; Mc 8.34-37; Rm 8.18; Hb 11.24-26).
2.4 – Adiamentos
Parte da estratégia militar de Satanás consiste em retardar a ação. Devemos combate-lo convencendo a pessoa a tomar a decisão. Quando uma pessoa deseja ser salva, Satanás procura fazer que espere até mais tarde, e mais tarde, até que seja demasiado tarde.
. Desejam “desfrutar a vida”
. “Estão demasiado ocupados”
. Desejam compreender melhor o evangelho antes de decidir-se.
(Leia Tg 4.13,14; 2Co 6.2; Is 55.6,7)
2.5 - Temores
Deus deseja usa-lo para libertar as pessoas influenciadas por temores que as impedem de aceitar a Cristo. Vejamos quais são:
Temor de mudar de religião
. Resposta I Jo 4.4; Jo 3.1-3.
Temor de perseguição
. Resposta Mc 8;34-38; Lc 6.22,23
Temor de fracasso
. Resposta II Co 12.9; Rm 8.1-9; II Co 5.17; Gl 6.1-2
Temor de ser rejeitado por Deus
. Resposta Jo 3.16; 6.37; 1Jo 1.7,9
3- A Extensão da Igreja
Evangelização e Crescimento da Igreja
Condições Para o Crescimento
A Bíblia compara a evangelização ao trabalho de um lavrador ao preparar o campo, plantar a semente, cultivar as plantas e colher o fruto. É necessário plantar a semente certa no lugar apropriado e utilizar métodos corretos no momento oportuno se s deseja uma boa colheita.
a) Semente certa
Em suas parábolas, Jesus menciona duas espécies de sementes que devem ser plantadas: a Palavra de Deus e nós (os crentes) que somos a semente de Deus ( Lc 8.11; Mt 13.37,38).
b) Campo certo
O lugar onde a semente cai proporciona maior grau de crescimento e de produtibilidade. As características de cada comunidade ou indivíduo afetam seu grau de receptividade com respeito ao evangelho e ao crescimento da Igreja (Lc 8.5-15).
c) Tempo certo
Nos diferentes lugares, o clima determina qual há de ser o momento da semeadura e qual a época da colheita. Deus tem, igualmente, seu tempo para a semeadura e para a ceifa em seus diversos campos. (Jo 4.35).
d) Métodos certos
Devemos levar em conta que um método de evangelização excelente para determinada comunidade não tem, necessariamente, de ser o melhor para outra. Devemos adaptar nossos métodos ao campo de trabalho, ver quais os métodos bons para a comunidade, e usá-los. (Jo 4.7), (Mt 5.1).
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